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17 de maio de 2011

TRABALHO COLETIVO - 13/04/2011

13:15 - Início
           * Introdução - Vídeo - Violência na escola;
           * Reflexão: A porta ao lado - Drauzio Varella
13:30 - 2º Momento          
           * Dinâmica: Valores
14:00 - 3º Momento
           * Metodologia: Projeto “ Amigo Legal”;
15:00 - Pausa para Lanche;
15:20 - 3º Momento
           * Ações: “ Projeto “ Amigo Legal””
16:00 - 4º Momento
           *  Foco no conteúdos (descritores)
            da Avaliação Diagnóstica;
           * Recados e repasses.



                     "A Porta do Lado" por Drauzio Varella


Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse
ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em
relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê
certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos,
somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.




E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia
na vida da gente. É quando um vizinho estaciona o carro
muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga
do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente
entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da
sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o
que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados,
impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom
exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor,
e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito
parecida com a de seus amigos, mas não entende por que
eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá
errado para eles? Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez
ou outra, não faz a menor diferença. O que não falta
neste mundo é gente que se acha o último biscoito do
pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que
nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o
pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por
ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do
caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a
maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos
assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail,
um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça, para ser sincero.
Vinte e quatro horas têm sido pouco para tudo
o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda
mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações
irritantes e gente idem, pilhas de pessoas que vão
atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou
tratar do que é importante de fato. Eis a chave do
mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom
humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na
vida dos outros dá errado.

14 de março de 2011

Trabalho Coletivo - 15/03/2011


                 Profª Priscilla Abigail





                                        PAUTA


13:15 - Início
           * Introdução - Oração; 
           * Tema pra reflexão: Vídeo: Estudo Errado -Gabriel o pensador:


13:30 - 2º Momento
           * Metodologia: Novas tecnologias em sala de aula. ( Anexo I)


14:30 - 3º Momento
           * Ação: Elaborando de uma sequência didática  dentro do tema estudado( Anexo II);


15:00 - Pausa para Lanche


15:20 - 3º Momento 
           * Ficha de Desenvolvimento;
           * Avaliação Diagnóstica - Plano de Ação.


16:00 - 4º Momento 
           * Projetos do Bimestre;
           * Recados e repasses.
           
Anexo I:
REFLEXÃO: NOVAS TECNOLOGIAS – Ferramentas
indispensáveis para uma escola atrativa
                                    Priscilla Abigail - Pedagoga

                  Pensar numa educação atrativa, de qualidade, que consiga instigar o aluno a vontade de aprender, requer primeiramente, refletir sobre as práticas metodológicas presentes no cotidiano escolar. Aulas tradicionais, modelos herdados da nossa própria história educativa, em que o livro didático é o principal condutor pedagógico, levam o aluno a perder gradativamente, a “magia” do “aprender”, o desinteresse e apatia pelas aulas. Afinal, levantar cedo, dedicar 4 horas diárias da vida a um ambiente desestimulante acaba se tornando uma verdadeira tortura. Em conseqüência, surgem os problemas disciplinares que comprometem o objetivo da escola, ensinar para a cidadania.
                 A música “Estudo Errado” de Gabriel o pensador, revela uma crítica a este sistema de ensino que ainda está presente em muitas escolas brasileiras, cuja metodologia tradicional, estática, requer um aluno que aceite as informações repassadas, acomodando-se diante de tal situação e obedecendo às normas estabelecidas pela escola. Nos dias atuais, essa escola, definitivamente, é uma instituição falida.
                E o que atrai as crianças e os nossos jovens?
                No mundo de hoje, as crianças têm o primeiro contato com as máquinas cada vez mais cedo e já começam a conviver com a tecnologia: celulares, vídeo-game, mp3, mp4, notebook, internet, sites de relacionamento, etc. são recursos tecnológicos atrativos, que despertam o interesse e curiosidade.
                Tendo em vista que os alunos se interessam muito por essas tecnologias que estão presentes em sua realidade, o grande desafio dos professores, na era da informação digital, é mudar as velhas práticas e extrapolar os limites da sala de aula, tomando-a como ponto de partida na busca do conhecimento. E assim, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) podem contribuir de forma significativa neste processo, tendo o professor como agente fundamental nessa prática, pois ele pode dar muito sentido ao uso da tecnologia na Escola para com isso produzir grandes conhecimentos e possibilidades como:
- Utilizar jogos virtuais para estimular o raciocínio lógico;
- Criação de páginas na internet( Blogs) para publicação de textos dos alunos;
- Execução de Projetos Pedagógicos na sala de informática;
- O Professor deve reservar períodos para a sua própria formação digital socializando assim as aplicações de atividades em sala de aula;
- Trabalhar gêneros textuais com ajuda tecnológica com o objetivo de desenvolver a fala e a escrita;
- Planejar atividades com a utilização de redes sociais como Orkut, MSN, Blogs e outras.

             Enfim, as novas tecnologias proporcionam muitas possibilidades para o trabalho pedagógico. Todas essas ações devem ter um bom planejamento observando os objetivos e conteúdos de aprendizagem promovendo um conhecimento significativo, com a participação da equipe gestora e pedagógica da instituição de Ensino.
                


Anexo II:
Roteiro/Esquema: 
Seqüência didática - Jogos on line



* Disciplina:
* Tema: escolha o tema. 
* Quantidade de Aulas: 4
* Justificativa ( Objetivos):
* Conteúdos: De acordo com o tema escolhido
* Recursos: recurso data-show, notebook, jogo on line ( indicar o endereço do site) e os demais recursos necessários;
* Apresentação da proposta:

1ª aula - introdução - apresentação da proposta  e  análise dos conhecimentos prévios dos alunos;
2ª aula - ampliação do conhecimento - avatar e jogo
3ª e 4ª aula - sistematização do conhecimento - atividades de fixação envolvendo os conhecimentos estudados.

Avaliação:


Recursos virtuais:


Avatar
Jogos on line


Fotos:





13 de março de 2011

Trabalho Coletivo

TRABALHO COLETIVO - 25/02/2011

PAUTA

13:15 - Primeiro momento:
          
            * Vídeo: EX. ET:


            * Tema para reflexão: Diversidade - Texto: O menino pintor (*anexo)


13:30 - Segundo momento:
          
            * Metodologia: Sequência didática
          
14:00 - Terceiro momento:
          
            * Metodologia: Prática, elaborando sequência didática


15:00 - Pausa - Lanche
          
          
15:15 - Quarto momento:
          
            * Metodologia: Avaliação/ Ficha de desenvolvimento


16:00 - Quinto momento:
          
* Recados e repasses:  Projeto Carnaval/ Projeto
Dengue          
          
17:00 - Encerramento

Fotos:

Coordenação Geral: Vice-Diretora Ednamar
Coordenação Pedagógica: Priscilla Abigail


Texto Anexo:


O menino pintor

O texto seguinte “fala” sobre o papel do professor em relação ao ato imaginativo do aluno: “O Menino Pintor”, escrito por Púllias e Young Earl, discute questões necessárias à reflexão em torno de ações educativas.
Pense: É melhor ganhar sempre o peixe do pescador ou aprender com o pescador a pescar? Após a leitura, comente com os seus “botões”.

O menino pintor

Era uma vez um menino que ia à escola
Ele era bastante pequeno
E ela era uma grande escola.
Mas quando o menino descobriu que podia ir à sua sala caminhando através da porta da rua, ele ficou feliz.
E a escola não mais parecia tão grande quanto antes.

Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse:
“Hoje nós iremos fazer um desenho”.
“Que bom” pensou o menininho.
Ele gostava de fazer desenhos.
Ele podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos e ele pegou uma caixa de lápis e começou a desenhar.

Mas a professora disse: “Esperem, ainda não é hora de começar”.
E ela esperou até todos estarem prontos.
“Agora” - disse a professora.
“Nós iremos desenhar flores”.
“Que bom”. - pensou o menininho.
Ele gostava de desenhar flores.
E ele começou a desenhar diversas flores com seu lápis rosa, laranja e azul.

Mas a professora disse: “Esperem.
Vou mostrar como fazer”.
E a flor era vermelha, com o caule verde.
“Assim” disse a professora.
“Agora vocês podem começar”.
O menininho olhou para a flor da professora.
Então olhou para a sua flor
Ele gostou mais da sua flor.
Mas não podia dizer isto.

Ele virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora.
Era vermelha com o caule verde.
No outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre a professora disse:
“Hoje iremos fazer alguma coisa com barro”.
“Que bom” - pensou o menininho.
Ele gostava de barro.
Ele podia fazer todo tipo de coisa com o barro: elefantes e camundongos, carros, caminhões.
E ele começou a amassar e juntar sua bola de barro.

Mas a professora disse:
“Esperem. Não é hora de começar”.
E ela esperou até todos estarem prontos.
“Agora”. - disse a professora.

“Nós iremos fazer um prato”
“Que bom” - pensou o menininho.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: “Esperem.
“Vou mostrar como se faz”.
E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo.
“Assim” - disse a professora.
“Agora vocês podem começar”.
Então ele olhou para o seu próprio prato.
Ele gostava mais do seu prato que o da professora.
Mas ele não podia fazer isso.

Ele amassou o seu barro numa grande bola, novamente e fez um prato igual ao da professora.
Era um prato fundo.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora e muito cedo ele não fazia mais as coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menino e sua família mudaram-se para outra casa, em outra cidade, e o menininho tinha que ir a outra escola.
Esta escola era ainda maior do que a outra.
E não havia porta da rua para sua sala.
Ele tinha que subir grandes degraus até sua sala.

E no primeiro dia ele estava lá.
A professora disse:
“Hoje nós vamos fazer um desenho”.
“Que bom” - pensou o menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer.
Mas a professora não disse nada.
Ela apenas andava pela sala.

Quando ela veio até o menininho disse: “Você não quer desenhar?”
“Sim”, disse o menininho. “O que vamos fazer?”
“Eu não sei até que você faça” - disse a professora.

“Como eu posso fazê-lo?” - perguntou o menininho.
“Da maneira de que você gostar”. - disse a professora.
“E de que cor?” perguntou o menininho.

“Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como posso saber quem faz o quê?”
“E qual o desenho de cada um?”
“Eu não sei”, disse o menininho.
E ele começou a desenhar uma flor vermelha
com um caule verde.

Earl, Púllias e Young, A arte do magistério